Durante muito tempo, ela acreditou que ser forte significava não precisar de ajuda. Advogada de família, recebia no escritório mulheres que haviam tido a própria essência roubada por anos de abuso. Curava a dor dos outros e estava cega para o próprio sangramento.
Até que veio a traição de duas pessoas que trabalhavam ao lado dela. Sem o seu conhecimento e sem a sua autorização, elas usaram o seu certificado digital — a sua assinatura no mundo, o seu nome profissional — para representar em juízo uma empresa que passou a ser investigada.